Serviços com drone
Inspeção visual com drone
A inspeção visual com drone registra de perto o que está no alto: fachadas, telhados, estruturas e equipamentos, sem montar andaime nem pôr alguém pendurado só para olhar. Você descreve o que precisa ver e onde; a Entre Nuvens divulga o pedido aos pilotos profissionais mais próximos do local, e eles mandam proposta com valor, prazo e um resumo da experiência. São 4.000+ pilotos em 800+ cidades na rede, e uma pessoa da equipe da Entre Nuvens acompanha o trabalho do pedido à entrega das imagens.
O que dá para inspecionar
- Fachadas: trincas, fissuras, descolamento de revestimento, pastilhas soltas, infiltração e o estado das juntas.
- Telhados e coberturas: telhas quebradas ou deslocadas, calhas, rufos, impermeabilização e caixas d'água.
- Estruturas: galpões, estruturas metálicas, torres, antenas, chaminés e reservatórios, para ver corrosão, fixações e deformações.
- SPDA (para-raios): inspeção visual de captores, cabos de descida e fixações no alto do prédio.
- Obras: o estado de uma etapa antes de liberar a seguinte, ou o registro para a vistoria.
- Depois de temporal: o que um vendaval ou uma queda de árvore deixou no telhado e na fachada.
O que você recebe
Fotos em alta resolução e vídeo dos pontos combinados, com a indicação de onde cada imagem foi feita. Alguns pilotos entregam também um relatório fotográfico organizado por ponto; peça no pedido se precisar. O drone faz o registro visual: o laudo técnico, quando necessário, é assinado por um engenheiro ou arquiteto, que pode usar essas imagens como base. Medições elétricas, ensaios de contato e reparos continuam sendo trabalho de equipe no local.
O que pôr no pedido
- o tipo de estrutura, a altura aproximada e o endereço;
- o que precisa ser visto — trinca, infiltração, corrosão, telhas, captores — e em quais faces;
- o objetivo do material: manutenção, orçamento de reforma, vistoria, laudo;
- como é o acesso: portaria, horário permitido, contato no local;
- se o lugar exige integração de segurança, EPI ou documentos para entrar, como é comum em indústria e obra;
- se há alguma restrição de voo por perto, como heliponto ou área industrial fechada.
As regras do voo
- DECEA: o acesso ao espaço aéreo é pedido pelo SARPAS antes de cada operação, qualquer que seja o peso do drone.
- ANAC: drone com mais de 250 g precisa estar cadastrado no SISANT, o sistema da ANAC para aeronaves não tripuladas, e ter seguro com cobertura de danos a terceiros, o chamado seguro RETA. A partir de 1º de janeiro de 2027, o piloto também precisa ter sido aprovado no exame teórico da ANAC.
- Anatel: o drone e o controle transmitem por rádio e precisam ser homologados pela Anatel.
Na Entre Nuvens, a proposta só chega a quem contrata depois que o piloto envia três documentos, que a equipe confere: a aprovação no exame teórico da ANAC, a certidão do drone no SISANT e um documento de identidade.
Perto de aeroporto, heliponto e área de segurança (subestação, refinaria, barragem), as condições são mais restritas. Em condomínio, indústria e obra, a apólice costuma ser pedida na entrada.
O que pesa no preço
Cada proposta vem com o valor do trabalho descrito. O que mais pesa:
- a altura e o tamanho da estrutura, e quantas faces ou pontos;
- o nível de detalhe das imagens e a câmera que isso exige;
- o relatório, quando pedido;
- o acesso: integração de segurança, horário restrito, documentação;
- o deslocamento até o local e o prazo de entrega.
Perguntas frequentes
O drone substitui o andaime na inspeção de fachada?
Para o registro visual, muitas vezes sim: o drone chega perto de cada face sem estrutura montada. Reparos, ensaios de contato e medições continuam precisando de gente no local.
A inspeção com drone já é o laudo?
Não. O drone entrega fotos e vídeos dos pontos combinados. Quando é preciso laudo, quem assina é um engenheiro ou arquiteto, que usa as imagens como base.
Dá para inspecionar o para-raios com drone?
A parte visual, sim: captores, cabos de descida e fixações no alto do prédio. As medições elétricas do sistema são feitas por equipe técnica no local.
Precisa parar a operação da fábrica ou do prédio?
Nem sempre. O horário do voo é combinado na proposta; diga no pedido o que funciona no local e quando o voo atrapalha menos.