Serviços com drone
Mapeamento e levantamento com drone
O mapeamento com drone fotografa uma área inteira em faixas sobrepostas e transforma essas fotos em mapa: uma imagem de cima em escala, um modelo do terreno e as medidas que saem dele. Você descreve a área, o objetivo e o que precisa receber; a Entre Nuvens divulga o pedido aos pilotos profissionais mais próximos, e eles mandam proposta com valor, prazo e um resumo da experiência. A rede reúne 4.000+ pilotos em 800+ cidades, e a equipe da Entre Nuvens acompanha cada levantamento do pedido à entrega dos arquivos.
Para que serve
- Topografia: levantamento planialtimétrico de terrenos, loteamentos e áreas para projeto.
- Acompanhamento de obra: o mesmo voo repetido a cada etapa mostra o avanço, compara com o projeto e registra o que foi feito.
- Volumes: cálculo de pilhas de material, cortes e aterros, jazidas e bota-foras.
- Cadastro de áreas: limites, benfeitorias, estradas internas e ocupação de terrenos e condomínios.
- Projetos e estudos: base de imagem atualizada para arquitetura, urbanismo, meio ambiente e engenharia.
O que você recebe
O pacote é combinado na proposta. Os entregáveis mais comuns:
- ortomosaico (a ortofoto): a área inteira numa imagem só, em escala e georreferenciada, em GeoTIFF ou KMZ;
- modelo digital do terreno e da superfície (MDT e MDS);
- curvas de nível e planta em DXF ou DWG, para abrir no CAD;
- nuvem de pontos e modelo 3D;
- relatório de volumes e de áreas.
A precisão depende de como o voo é amarrado ao terreno: com pontos de controle medidos no chão ou com drone de posicionamento RTK/PPK, o mapa pode atender a usos de topografia. Diga no pedido qual precisão o seu uso exige, e o piloto diz na proposta como vai chegar lá.
O que pôr no pedido
- a localização e o tamanho da área, em hectares ou metros quadrados — se você tem o limite em KML, KMZ ou DWG, melhor;
- para que o levantamento vai servir: projeto, obra, volume, registro;
- a precisão que esse uso exige;
- os entregáveis e os formatos que você usa;
- o prazo e, em obra, a frequência dos voos;
- como é o terreno: relevo, mata, construções, acesso.
Quando o levantamento vai para projeto, licenciamento ou registro, costuma ser exigida a responsabilidade técnica de um profissional habilitado. Se for o seu caso, escreva no pedido, para as propostas já virem com isso.
As regras do voo
- DECEA: o acesso ao espaço aéreo é pedido pelo SARPAS antes de cada operação, qualquer que seja o peso do drone.
- ANAC: drone com mais de 250 g precisa estar cadastrado no SISANT, o sistema da ANAC para aeronaves não tripuladas, e ter seguro com cobertura de danos a terceiros, o chamado seguro RETA. A partir de 1º de janeiro de 2027, o piloto também precisa ter sido aprovado no exame teórico da ANAC.
- Anatel: o drone e o controle transmitem por rádio e precisam ser homologados pela Anatel.
- Ministério da Defesa: mapa feito em faixas sobrepostas para medir o terreno — ortofoto, modelo do terreno, curvas de nível — é o que a lei chama de aerolevantamento, e o Ministério da Defesa só admite que seja prestado por empresa inscrita no ministério. Se o seu trabalho é esse, escreva no pedido; quem é inscrito pode mandar proposta.
Na Entre Nuvens, a proposta só chega a quem contrata depois que o piloto envia três documentos, que a equipe confere: a aprovação no exame teórico da ANAC, a certidão do drone no SISANT e um documento de identidade.
O que pesa no preço
- o tamanho da área e o relevo;
- a precisão pedida: pontos de controle ou RTK/PPK;
- os entregáveis e o processamento que eles exigem;
- a frequência dos voos, em acompanhamento de obra;
- o deslocamento e o prazo.
Perguntas frequentes
Mapeamento com drone substitui a topografia convencional?
Em parte. Em áreas abertas, faz o levantamento em menos tempo e cobre tudo o que é visto de cima. Onde há mata fechada ou é preciso medir sob cobertura, a topografia no chão continua necessária, e os dois costumam se completar.
Qual é a precisão do mapeamento com drone?
Depende de como o voo é amarrado ao terreno. Com pontos de controle medidos no chão ou com drone RTK/PPK, o resultado pode atender a usos de topografia; sem isso, serve bem para visualização e acompanhamento. Diga no pedido a precisão que o seu uso exige.
Em que formatos recebo o mapeamento?
Os mais comuns são GeoTIFF e KMZ para o ortomosaico, DXF ou DWG para curvas e planta, e LAS ou LAZ para a nuvem de pontos. Os formatos ficam combinados na proposta.
Quanto tempo leva?
O voo costuma levar de horas a poucos dias, conforme a área. O processamento vem depois e depende dos entregáveis; o prazo total fica escrito na proposta. Por ser aerolevantamento, o pedido de espaço aéreo ao DECEA é feito com pelo menos quatro dias de antecedência.